sexta-feira, 17 de junho de 2011

Seria tanto, se não fosse este nada. Mas é um nada sólido, pesado, cheio de pontas. Arranha e tira sangue da alma que é pura carne viva, e grita. Grita sem voz, porque é assim que fico nas horas de pânico, afônica. Gritando para dentro do oco deste corpo minhas impossibilidades. E é tanto esse nada que ganha também corpo. Um corpo contra o qual o meu colide, explodindo em partículas mudas...

sábado, 14 de maio de 2011

Pensamentos circunscritos. Pontos interiores, exteriores. Raios... Uma corda não revelaria seus diâmetros. Talvez siga em reta. Secante ou tangente? Alguma poderia chegar ao ponto médio e a saída, talvez, se apresentasse em perpendicular. Quem sabe uma reta tangente comum ou mesmo circunferências internas, concêntricas, tangentes? Mas a realidade das circunferências secantes é mais forte, quiçá segmentos tangentes, vai saber... Ah, a beleza presente nas propriedades dos ângulos opostos em quadriláteros inscritos!



quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Sinto os ossos pesarem em seu mais profundo oco. Vislumbro dificuldades ao voar... Deixarei meu corpo ao vento esperando alguma tempestade me carregar...

sábado, 18 de setembro de 2010

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

domingo, 8 de agosto de 2010

Ando com a sensação de poder respirar novamente, leve. Agora posso caminhar sem o peso de fantasmas que não me pertencem, e os meus voltaram a brincar...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Tenho a ligeira impressão de que o meu senso de humor só provoca risos em mim mesma. Sou minha própria petição de princípio...