segunda-feira, 5 de outubro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
Ando enrolada no meu cordão umbilical. Os pensamentos dominam minha vontade fraca e adoeço em meio a confusão instaurada. Dando voltas em torno de mim mesma confundo-me me distinguindo da bagunça rápida de todo o tempo disponível. Estou imergindo em idéias alheias-minhas. Aviso, a quem interessar possa, não sei nadar...
sexta-feira, 26 de junho de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Um chinelo de mulher, creio de número 37, completamente rosa, um pé esquerdo para ser mais precisa, aconteceu na minha distração no meio dos trilhos eletrificados do metrô. O que terá acontecido com a cinderela suburbana do século XXI? Será que foi trabalhar com um só pé de chinelo? Ou voltava para casa? Será que tinha dinheiro para comprar um novo par, a fim de prosseguir seu percurso com os dois pés devidamente protegidos, ou embarcou em sua abóbora-carruagem-subterrânea pulando em um só pé? Será que em meio à vergonha de ficar sem o chinelo, à raiva ou ao susto ela pensou, por algum momento, em príncipes encantados, fadas boas, madrastas, etc? Por que pensaria? E eu, por que pensei, imediatamente? Ser cinderela é tão cansativo. Pegar-se pensando em ser princesa por um inevitável pé de chinelo esquerdo rosa! Como cheguei a isto?!
sábado, 2 de maio de 2009
Somente eu, persona de mim mesma, terei acesso ao mais ocluso no aparente de meu mundo. Farei sentido para ninguém, responderei a ninguém, falando com minha própria falta de senso e vontade pelo todo. Assim, falo por mim, respondendo baixo aos demais, ao talento alheio, às expectativas, sucessos e compreensões. Assumirei aqui o personagem de meu desespero surdo aos clichês - eterno clichê de minhas leituras - serei medíocre, serei original, serei, porque ainda não me furto a isto. Deitarei minha persona neste berço, onde o esplêndido me veio e já me foi, ouvirei minhas sandices demoníacas, porque simplesmente não acredito, e seguirei sendo pura normalidade. Trabalharei quando o gosto me vier ou quando me for inevitável a brutalidade da oclusão. Me esconderei do mundo nesta absurda exposição...
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